
Pegou na minha mão e o céu abriu-se diante de nós entre raios de luz.
Sabia que estava a sonhar mas estava a adorar tudo aquilo que via, ouvia, sentia e cheirava.
Não cheirava a Eter, não se viam lágrimas, não se ouviam gritos.
Cheirava a mar e a luz, ouviam-se as ondas e vento, e a leve brisa que se sentia aliviava o quente do sol.
Eramos só nós...nós e a paz em nossa volta.
A tua mão estava igual, velhinha mas igual à mão que sempre agarrei, com o mesmo toque e a mesma suavidade de todos os dias.
Não senti raiva, nem medo, nem alegria. Não senti nada pela primeira vez na vida. É estranho não se sentir nada... mas é bom, é reconfortante.
Não vieste para que me despedisse, nunca precisarei de me despedir.
Não vieste para me dar nada, não preciso de nada para te recordar.
Vieste porque sabias que precisava de sentir que estavas viva, e estás.
É isso que me conforta, saber que viver é muito mais do que ter um coração que bate e um cérebro que não pára de pensar.
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"São os passos que damos que nos fazem o caminho", foi o que ele disse quando lhe abri a porta. Não estava à espera de o ver e foi com absoluto encanto que o recebi.
Entrou em casa e não se quis sentar, pegou na minha mão e levou-me a correr até ao rio.
Águas calmas...Relva verde e macia...Dia limpo e solarengo... E uma leve brisa que parecia levar todos os nossos receios.
"Olha para mim." disse ele. Achei estranho aquele pedido porque olhar para ele era coisa que não tinha parado de fazer desde que o vira entrar em minha casa.
"Olha para mim...Não olhes para o que queres ver", foi nessa altura que percebi o pedido.
Olhei...fechei os olhos e abri o coração...e olhei...
Vi o mundo! O que antes era um homem desprovido de asas, vestido com um manto e com um sorriso brilhante, era agora "um tudo". Era um misto de alegrias e de mágoas, de verdade e de mentira, de luz e de escuridão.
Vi o seu profundo ser, conheci aquilo que as pessoas tentam esconder com medo de serem fracas...com medo que as inferiorizem...com medo que não as aceitem por conhecerem os seus dois lados.
Quis que ele conhecesse os meus e pedi-lhe que olha-se para mim, ele olhou-me nos olhos e disse "Eu ja conheço esse lado foi por isso que voltei"
Ninguém tem de ter vergonha do que é nem do que foi, é isso que nos torna gente. É através deste exercicio que sabemos quem está disposto a aceitar-nos e é por essas pessoas que não devemos ter medo. Porque apesar de tudo ainda há pessoas pelas quais vale apena lutar.

Primeiro oiço os teus passos na minha escada, foi por isso que me levantei da cama, para te ver...estava a espera de os ouvir para sentir que tenho força para seguir em frente.
Sei que são os teus passos. Já os conheço demasiadamente bem, são demasiadamente celestiais para que os confunda.
Não me arranjei, levanteime á pressa...Já à muito que esperava pela altura de ouvir os teus passos.
Corri, nem me ajeitei para puderes perceber que corri, que estava ansiosa, que tenho estado á tua espera todo este tempo.
Abri a porta...Eras tu...Sorri
Foi neste momento que percebi que devia ter mantido sempre a porta aberta porque estive sempre à tua espera, mas simplesmente não reconhecia os teus passos

" Não pensava em nada, olhei para o alto e vi contornos de asas...eram anjos?! ... Eram seres mágicos sem dúvida, mas sem nome aparente. Não quis perguntar o que eram, também não acharia piada se me tivessem perguntado o que sou. Sinceramente não saberia responder, sou tanta coisa, tenho tantas caracteristicas diferentes que seria dificil de explicar. Parece-me que está aí a génese dos problemas das pessoas, o facto de ter de se explicar tudo o que se vê, se pensa ou se sente.
Olharam para mim, não me disseram nada...não me tocaram, mas o olhar foi tão intenso que me fez sentir bem, iam-me lendo a alma e eu via-a passar em frente dos meus olhos. Pelo seu aspecto já tinha sido um pouco maltratada mas estava luminosa e viva, tinha o sabor dos bons momentos e a alegria de ter superado os maus.
Girou á minha volta, mostrou-me o que percisava ver e voltou para mim ...suspirei... olhei para cima e ja só via contornos de asas, tinha os olhos encandeados do sol.
Poderia dizer que nunca mais os vi, mas sinto o seu olhar em todos os momentos
Não sei se eram anjos, mas eram mágicos"

Abandonei-te por momentos...foi sonho...foi paraíso encoberto em mar de lágrimas, foi dia cinzento nos meus olhos.
Na boca, cantigas...canções dos tempos que correm e que correram tão rápido que nem os vi passar.
Vem chama...Vem fazer contraste comigo e dá-me um pouco de luz, e aquece-me, e abraça-me e deixa-me adormecer em ti como se só muito longe viesse o meu acordar.
Não tenho tempo e a verdade das tuas mãos já fugiu á muito, as tuas mãos ja não queimam...secaram com o sal das lágrimas que cairam nelas.Agora sorri...sorri e agradece.
Acordei...algo em mim renasceu e não foi pelas tuas mãos.
ILUSÃO, tu não tens mãos!!! (sorri) Algo bom acontecerá hoje.
P.S-é provável que possam não entender este devaneio...quem o entender só tenho a dizer que sorria sempre , porque um dia todos acordamos
O amor torna as nossas almas puras...claras...genuinas...brilhantes
O amor toca-nos de tal forma que achamos que o mundo é belo e maravilhoso, o mundo vive dentro de nós e ainda sobra espaço para amar mais....foi isso que descobri ao amar-te.
A maravilha do amor está na simplicidade das coisas complexas e também na complexidade das coisas simples, tudo é diferente aos olhos do amor...tudo...
Não sei o que é viver sem amor, a vida tem menos cor menos luz...
Queria com isto homenagear o amor que te tenho e foi isto que escrevi no dia em que descobri que te amava (lindo dia esse): "Não vejo nada para além de ti, és brilhante e encandeias-me com o brilho que emanas...Fizeste-me voar, deste-me umas asas bonitas, aquelas que so funcionam quando olho para ti... És a minha cor, és tu quem pinta os meus dias.Fazes-me bem, fico com vontade de dançar e cantar no meio da rua...Porque és tu que me iluminas e aqueces Amo-te meu querido."
E viva o amor....![]()

O tempo está soturno, como soturna está a minha vida… a vida escura…e não é por querer ver a luz por pedir constantemente que ela apareça, que ela chega e tudo fica claro. Não é por querer ter sentimentos puros e não ter rancor que não os tenha, que eles desaparecem…é humano…
É que as punhaladas que mais doem são as que são deferidas pelas pessoas que sem sabermos deixamos que afiassem bem as facas e demos-lhes as nossas costas para que não tivessem que se esforçar muito para a espetar…vem e roubam-nos a nossa vida, tudo o que era nosso, ou que considerávamos verdadeiramente nosso…
É triste quando alguém morre mesmo estando vivo… ninguém devia morrer assim…
O tempo passa…
Já passou…
Os pensamentos levam-nos aos sonhos, os sonhos aos pesadelos, e é nestas mudanças que nos conseguimos ver a nós mesmos. É neste momento de mudança que se dá de caras com a realidade que vivemos e não com a que criamos.
O pesadelo é o alimento para uma vida melhor....O pesadelo sim, não o sonho....Porque o sonho sabe bem, faz-nos andar permanentemente "aluados" e apáticos ao mundo...Os sonhos obrigam-nos a permanecer deitados na cama da vida.
O pesadelo não, este foi feito para que acordássemos, para evitar que o que é mau não se repita porque já se sabe o que se sofre.
O sonhar é humano, o pesadelo é divino.
O sonho liberta-nos mas o pesadelo faz-nos agir.
P.s - o texto é feito de ideias muito controversas, muitas das quais acho que não serão bem assim, mas para se crescer deve conseguir-se ver o outro lado das coisas, e a importância que coisas menos boas têm na nossa vida.

Nunca soube aceitar bem um não....acho que nunca lidei bem com eles.
Não falo daquele não do tipo " Não comas chocolates nem pastilhas, olha que fazem mal aos dentes", quer dizer esses chateiam e nós acabamos por comer...Espera , afinal também não lidava bem com estes...
Mas estes "nãos" que eu falo são aqueles que não nos deixam hipótese de nos mexermos, de olharmos para o lado e dizer basta.... Não são os "nãos" que nos dizem, mas os "nãos" que se sentem, que se sentem mesmo quando há silêncio...que se sentem principalmente quando há silêncio. São aqueles que vieram do escuro, do nosso escuro e nos fazem parar de fazer coisas que deviamos. Estes que eu falo são a nossa auto-inquisição que nos queima mas não nos mata.
Ainda bem que não sei aceitar um NÃO, ainda bem que muita gente lida mal com os NÃOS da vida, porque enquanto não aceitarmos aquilo que nos reprime seremos realmente livres e donos da nossa felicidade.

Os amigos são como varinhas de condão, conseguem com apenas um "plim" tornar-nos melhores pessoas e mais felizes.
Os amigos são como um bom livro que apesar de o lêrmos várias vezes, é lido sempre com a mesma paixão.
Os amigos são como a nossa música favorita, aquela que quando ouvimos nos faz sorrir automáticamente.
Os amigos são....São tudo....São o nosso imaginário que passa para o mundo real e que tornam o nosso lugar encantado "palpável".
Haja no mundo sempre um amigo e eu não me sentirei só, porque no dia em que o mundo me voltar as costas, ele estará lá de braços abertos para mim.
Este texto é dedicado a todos os meus amigos , dos mais antigos aos mais recentesm, porque são eles que ajudam a construir o meu mundo perfeito.

Voemos.....Ganhemos asas......Faz-nos muita falta ter asas...
Só conquistaremos o mundo de se tivermos asas abertas, livres, resistentes ás quedas, traições, ás injustiças. Asas que querem TUDO!! Porque o bom sem o mau não faria sentido.
Há que dar importância a coisas que nos pareçam inutéis, porque sem darmos conta podem tornar-se as coisas mais fantasticas da vida.
Há que saber sorrir, mas mais que isso, há que saber receber um sorriso, abrir os braços ao mundo e abraçar o que ele nos dá sem pensar no " porquê".
Há que Amar, Venerar, Adorar!!!! E muito mais importante: Acarinhar, manter o coraçao das pessoas que amamos quente quando estes está prestes a tornar-se uma pedra de gelo, mantor um sorriso nuns olhos cheios de lágrimas. O importante é estar presente, e na presença de tudo o que de bom podemos dar.
Alegria, muita alegria para todos!!!!

" Eu já não sei se sei o que é sentir", quem é que ainda não ouviu esta frase?! pertence á música "fácil de entender" dos the gift.
Esta frase hoje mais do que nunca faz muito sentido...
Já estou farta de não sentir as coisas como puras, devido á minha constante evocação a pensamentos repetidos...sempre os mesmos pensamentos, sempre o mesmo sofrimento...sempre igual...As minhas emoções já estão gastas só por si.
Era tão "bom" quando não gostava de ninguém, era tão bom quando não me preocupava com o que os outros iriam pensar. Porque na realidade se não gostamos não temos de ser perfeitos, nem temos de nos preocupar sobre o que pensam sobre o nosso passado, o nosso presente e as nossas prespectivas de futuro.
É " chato" ser mau e igoista , mas por muito rude que pareça acaba por ser compensador, porque por pior que façamos não temos medo de desiludir ninguém, pois assim como assim já pensariam o pior de nós...irão sempre dizer " não me surpreende, já estava á espera", e ainda bem que já estavam, poupam-nos o sofrimento de termos de dar explicações.
P.s- este texto foi escrito apenas pela necessidade de exorcisar os meus pensamentos repetidos.

Não sei, não penso nem quero pensar...Há certas coisas na vida que é melhor não deixarmos sair.
São perguntas a mais e definições demasiadamente erradas que nos rodeiam... Como é possível que haja alguém que se preocupe mais em saber como é que alguém fez algo, em vez de porquê que alguém o fez.
Não quero pensar, mas não aguento olhar para o lado e ver que pessoas são "julgadas" por se esforçarem e não conseguirem...por fazerem tudo bem e acabar tudo mal...
Que raio de justiça...Há quem diga que a vida reflecte os nossos actos, mas que espelho partido da vida este, onde vejo quem é justo ser "castigado" e quem vive uma vida de pura "sacanice" sair impune.
Lá estou eu a pensar sobre isto, e acredito que não sou só eu, que ha mais gente que se revolta ao ver que coisas destas se passam com as pessoas que mais amamos. Infelizmente somos pouco, muitos como nós ja se conformaram com o que a vida lhes oferece.

Sou a fonte de desiquilibrio de mim própria...Sou assim desde que nasci, nunca me conheci de outra forma. Sou a balança na qual sempre esteve o contrapeso errado...
Nunca aproveitei um olhar que tivesse, sempre vivi preocupada com o que esse olhar poderia causar ao mundo,
Nada mais dói do que pensar que os nossos actos são só importantes para nós.O que é feito de nós se nos sentirmos vazios? O que é feito de nós se esse vazio desaparecer?! O segredo é pensar que não estamos sozinhos, e que se olharmos para os lados haverá alguém que tem aquele sorriso que nos preenche a alma e não nos deixa cair.

Hoje resolvi homenagear a alegria. A alegria que é das coisas mais bonitas que existe e que me parece que a maioria de nós tem medo de a demonstrar. É bom encontrar alguém que nos sorria no meio da rua, porque isso anima-nos quer queiramos quer não.
Há que quebrar as barreiras da vergonha do que somos ou fizemos...estas barreiras prendem-nos dentro de nós, corroem-nos por dentro e enchem-nos os olhos de lágrimas.
Vamos ser aquilo que somos, sem barreiras, aceitando que cada um de nós é um conjunto de defeitos e virtudes e é isto que nos torna humanos. Há que amar as pessoas por se aceitarem porque ninguém por muito que se esforce chegará á perfeição, todos temos um passado que não podemos apagar mas também temos um futuro que podemos construir sobre os alicerces da alegria.
Pessoal vamos ser Felizes!!! Há algo melhor que ser assim?!

Em tempos dei por mim a perguntar o que é a amizade, nunca percebi a resposta porque cada um tem a sua, mas hoje apercebi-me que essa resposta anda comigo há muito tempo.
A amizade é quando eu sorrio e tu sorris em seguida mesmo quando não entendes o motivo...É darmos as mãos quando nos apoiamos, quando estamos felizes, quando estamos tristes ou simplesmente quando estamos...
A amizade é o abraço que damos mesmo que só não nos vejamos a 5 minutos, é a vontade constante de dizer "adoro-te", " és demais", "fazes-me bem", "fazes-me falta"...É o facto de cantarmos no meio da rua mesmo que desafinemos ou que pareça mal...Esta amizade sou Eu és Tu, somos NÓS...é tudo isto mas é especialmente o facto de não termos medo e nem nos cansarmos de nos olhar nos olhos e de vermos e deixarmos ver a nossa alma.
Este texto é dedicado a todos aqueles que partilharam momentos destes comigo e me tornaram nesse momento muito feliz.

Hoje ainda não é possível parar o tempo, carregar na tecla "stop" e gritar, gritar enquanto o mundo não se mexe, em seguida fariamos "play" e tudo correria com uma grande naturalidade... Pena a nossa vida não ser uma cassete, ou então ser aquela cassete que todos temos num canto e nem lhe mexemos com medo de estragar a fita.
Sei que este texto está um pouco ilógico, mas está igual ao meu pensamento neste momento...está um pensamento preso a conceitos que fazem todo o sentido numa cena específica, mas que ficam absolutamente ridículos quando se muda de cenário.
Há coisas que não se explicam, nem os dramas, nem as paixões nem mesmo as convicções. As coisas quando mudam fazem-nos axim...Estranhos.

És como uma flor nas sombras, gosto de ti por saber o que és e não o que a sombra revela de ti... O simples facto de saber que és flor já consola, já me alegra e me preenche.
Amigo não é quem olha mas quem cheira, porque a visão destorce e o cheiro aviva a memória.Pegava-te minha flor se assim pudesse, e regava-te e cuidava de ti...Mas não posso, porque és livre e tens de te sujeitar aos dias de muito sol e aos de chuva, mas ficarei sempre ao teu lado minha flor.Eu serei aquela estaca que se coloca ao teu lado para te ajudar a aguentar os momentos difíceis e para te ver radiante nos momentos de glória.
Este post é especialmente dedicado as minhas "flores" que são para além dos meus grandes pais, a Carolina Lopes, a Joana Guerreiro, a Mafalda Silveira e a Marta Vaz.
Sou uma estranha de mim própria, se hoje me olhasse pela primeira vez ao espelho, não reconheceria nenhum gesto como sendo meu...Há muitas máscaras que fazemos mas são ainda mais as que a vida nos coloca...Nunca ninguém vê a pureza na dureza dos meus gestos nem veem aquela lágrima escondida dentro dos meus olhos...Há dias assim, dias como este em que ninguém vê nada de nós.
Será que deixei de me ver?! Será que todos não brincamos aos sonhos e aos castelos no ar só por ter medo de enfrentar o amanhã?!...Anoiteceu...E nem no escuro me defino...Acho que somos todos assim sonhos do que quizemos, e sombra do que deviamos ser.
As fadas já não moram em mim, foram-se como o tempo, as pessoas, os amigos e inimigos que passaram...tiveram de ir-se embora porque eu já não as deixava voar, tinha medo de as perder...E mesmo assim perdi-as, como se perde tudo o que se tem algum dia.Não pude evitar, era o destino delas voarem...não se pode contrariar o destino nem passar por ele de olhos e ouvidos tapados, os ciclos são para serem cumpridos.
As fadas já não moram em mim mas já não choro, agora sorriu por saber que é o voo que as torna felizes...Por isso sempre que alguma se perde e vem ter comigo já não a prendo, consolo-a e encorajo-a a voar...
Lugar encantado...É um lugar onde todos vivem e ninguém sente, é o lugar em que estou eu e o que resta de mim...Lugar de sonhos, de ilusões preversas e de palavras que ficaram por dizer por demais terem sido ditas. É um lugar como a lua,lindo, misterioso e indespensável...Lugar de descanço quando o tempo se torna pesado e o silêncio dói, lugar das esperanças e das desilusões.
É por isso que chamo ao meu mundo um lugar encantado, porque é nele que vivo e morro todos os dias, e porque é nele que vejo quem amo e quem adoro e por ele luto, por esse mundo que mesmo não tendo importância para ninguém, tem para mim...porque sou eu...porque existo
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